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Você não precisa de dinheiro para empreender

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Você não precisa de dinheiro para empreender

Quando se pensa em empreendedorismo, é normal atribuir essa ideia à palavra “investir”. Ou seja, utilizar o seu próprio dinheiro ou um empréstimo bancário para investir em uma ideia ou marca. Isso não significa que só é possível empreender com enormes quantias no bolso. Na verdade, quem tem muito dinheiro são os que têm mais problemas em saber onde investir e como empreender.

Essas mesmas pessoas acabam investindo dinheiro em várias empresas ou pessoas diferentes ou então seguem as recomendações do próprio banco e efetuam um acordo. Portanto, o primeiro passo é se livrar dessa ideia de que empreender é impossível sem dinheiro. O verdadeiro motivo no qual alguém não consegue empreender não é a falta de dinheiro, e sim a falta de capacidade de vender uma ideia, um produto ou a si mesmo.

O verdadeiro investimento vem do esforço que você põe em sua ideia. Estude. Dedique-se. Pesquise como deixar sua ideia cada vez melhor. Tente saber quais dúvidas um possível cliente pode ter sobre o seu produto e o que levaria ele a recusá-lo. Ganhar dinheiro é fácil, difícil é convencer alguém a comprar.

Entenda por que alguém não compra seu produto

Todo consumidor tem uma voz na cabeça, que tenta convencê-lo a não comprar o produto por meio de cinco objeções. O seu trabalho é saber essas objeções de antemão e contra-atacar, de forma a convencer o cliente a comprar o seu produto e acreditar na sua ideia.

1) O produto em si: a primeira objeção que alguém tem sobre seu produto é sobre a própria capacidade dele e o que ele é. Se ele funciona tão bem quanto você está promovendo. Qual o nível de qualidade do produto.

2) O distribuidor: a segunda objeção vem de quem entrega o produto, seja você o responsável ou um distribuidor. Será que o produto vai chegar? Se ele chegar, ainda vai ter a mesma qualidade? Vai demorar? Essas dúvidas são frequentes principalmente em negócios online, quando o produto é encomendado através um site ou página.

3) O cliente não acredita nele mesmo: embora não envolva diretamente você ou a qualidade do produto, é uma objeção que impede o consumidor de comprar seu produto. Isso se manifesta quando o comprador questiona se ele é capaz de usar o produto corretamente. Se ele consegue tomar cuidado o suficiente. Quão seguro ele se sente manipulando o produto.

4) Quanto custa: sim, o valor é a quarta objeção, não a primeira. Mesmo que a primeira coisa que você note seja o preço, ele não causa tanto impacto quanto a confiança no produto. E isso não é algo que pode ser facilmente resolvido com um valor mais baixo. O motivo pelo qual alguém questiona o valor não é por causa de dinheiro, mas porque o seu produto não está na lista de prioridades dele.

É essa objeção que leva pessoas a pesquisarem o mesmo produto com um valor menor em outras empresas. Por isso, é importante convencer o cliente nas primeiras objeções, mostrando a ele que aquele produto vale a pena e, portanto, o valor é justo.

5) Tempo: mesmo que todas as objeções anteriores tenham sido resolvidas, a quinta sempre vai entrar no caminho. Será que eu vou ter tempo para usar esse produto?

Um cliente pode apresentar mais do que essas cinco objeções, todavia, as restantes devem ser identificadas por você mesmo quando apresentar a marca ao cliente.

Estimule a compra com persuasão

Com a persuasão correta é possível convencer qualquer cliente, mesmo que o preço não seja satisfatório ao mesmo. Pessoas costumam usar um preço, principalmente quando for alto, como ancoragem e o comparam a outras opções com um preço menor. Se o cliente ainda não souber o preço, é uma ótima oportunidade de surpreender com o produto antes de informar o preço.

Algumas lojas disponibilizam testes com os produtos na loja ou até mesmo funcionários utilizando os produtos durante o dia para chamar a atenção dos consumidores mesmo que eles não estejam lá por causa daquilo. Surpreender o comprador com o que o produto é capaz de fazer e os benefícios que ele traz faz com que o preço pareça menor do que realmente é.

E mesmo que o cliente já saiba o preço e conheça outros serviços com um valor menor, ainda é possível contra-atacar o argumento fazendo comparação(ões), algo que é comum no mercado. O famoso “meu produto vs. outras marcas”. Assim é possível mostrar que um produto mais barato pode trazer prejuízos que custarão mais do que o valor pago no seu produto de qualidade.

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2020-01-14T01:57:38-02:00 Categories: Mentalidade Empreendedora|0 Comments

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